Especial Lançamento do Filme Nosso Lar (Baseado no livro de André Luiz psicografado por Chico Xavier)





André Luiz, o espírito que passou oito anos no umbral, nas penumbras da multidimensionalidade. 

André Luiz, pseudônimo de um médico. Foi ele Dr. Faustino Esposel ou Oswaldo Cruz? (recorde-se que Oswaldo Cruz desencarnou em 1917, vítima de insuficiência renal, sendo que André Luiz desencarnou em decorrência de oclusão intestinal e, tendo passado "mais de oito anos" nas regiões umbralinas, estava ainda se adaptando à vida em Nosso Lar, para onde acabara de ser levado, quando recebeu a notícia de que era agosto de 1939. Portanto, deve ter desencarnado por volta de 1929 ou 1930.) 






Não importa quem tenha sido ele na vida terrestre, o essencial é que André Luiz está presente entre nós. Está presente na história desenvolvida na obra monumental de Chico Xavier "Nosso Lar", no filme que vai estreiou dia 3/9, está presente nas páginas do nosso cotidiano, onde a humanidade vive no umbral terreno, voltada para o consumismo desenfreado. 





O grande recado para o mundo vem da espiritualidade no momento quando André é liberado para voltar a reencarnar na nave Terra: "ANDRÉ, O MUNDO PRECISA DE HISTÓRIAS FELIZES" 





Qual é a história que o nosso André interior está contando para nossos filhos? Qual é o recado que estamos dando para a comunidade? Qual é o poema que estamos escrevendo para o mundo? 





Há 2.000 anos o meigo Nazareno esteve na terra contando uma história feliz de Amor. O que fizeram com Êle?

Vamos ver o que relata Emanuel no prefácio do livro Nosso Lar, psicografado por Chico Xavier:

"O homem terrestre não é um deserdado. É filho de Deus, em trabalho construtivo, envergando a roupagem da carne; aluno de escola benemérita, onde precisa aprender a elevar-se. A luta humana é a sua oportunidade, a sua ferramenta,
o seu livro. 






O intercâmbio com o invisível é um movimento sagrado, em função restauradora do Cristianismo puro; que ninguém, todavia, se descuide das necessidades próprias, no lugar que ocupa pela vontade do Senhor. 





André Luiz vem contar a você, leitor amigo, que a maior surpresa da morte carnal é a de nos colocar face a face com própria consciência, onde edificamos o céu, estacionamos no  purgatório ou nos precipitamos no abismo infernal; vem lembrar que a Terra é oficina sagrada, e que ninguém a menosprezará, sem conhecer o preço do terrível engano a que submeteu o próprio coração.
Guarde a experiência dele no livro d'alma. Ela diz bem alto
que não basta à criatura apegar-se à existência humana, mas
precisa saber aproveitá-la dignamente; que os passos do cristão, em qualquer escola religiosa, devem dirigir-se verdadeiramente ao Cristo, e que, em nosso campo doutrinário, precisamos, em verdade, do ESPIRITISMO e do ESPIRITUALISMO, mas, muito mais, de ESPIRITUALIDADE. 



EMMANUEL - Pedro Leopoldo, 3 de outubro de 1943.





O filme começa com André Luiz diante de uma grande muralha, e então somos jogados junto com ele num estranho e obscuro lugar (ou estado?) onde o sofrimento é praticamente matéria, não fosse o fato de que nada ali é matéria como conhecemos enquanto vivos. André Luiz está sofrendo no umbral, em meio a criaturas assustadoras e suas próprias lembranças de encarnado. Julgado como suicida, é perseguido por espíritos das sombras, até que pede por perdão, e o espírito Clarência vem em seu auxílio.

Aí é que somos apresentados a Nosso Lar, uma das diversas colônias espirituais que ‘flutua’ sobre a superfície da Terra. É para lá que André é levado para seu tratamento e jornada – como ficaremos sabendo depois. As imagens são incríveis! Mesmo quando ainda estamos dentro do hospital espiritual já temos a sensação de que muito está para ser mostrado nas telas. E esse ‘muito’ vem de forma incrível.

Quando André, sempre curioso, passa a ser guiado pelas terras de Nosso Lar passamos a ver o exemplo de uma das maravilhosas estruturas espirituais para onde somos encaminhados após a morte, de acordo com nosso merecimento. Os pavilhões, suas funções, os espaços de confraternização e contemplação… Tudo nos é mostrado com cores lindas, harmônicas, e aquela boa sensação de calor e vida que temos nos dias mais bonitos de sol. A transposição da imagem que qualquer um cria ao ler é ainda mais perfeita no cinema.

Aos poucos André vai mergulhando no real sentido da vida, ou na vida real. Aprendendo seu propósito e a lidar com seus sentimentos – nosso maior desafio. Quer trabalhar para poder conseguir visitar sua família. Erra, aprende e segue, enquanto vai registrando tudo pelo que tem passado. Parece até um blogueiro espiritual, daqueles que nada publica, apenas salva. Isso até ter conteúdo o suficiente para apresentar aos outros.

Sua relação com outros espíritos o coloca em contato com suas próprias dúvidas e medos. Vai aprendendo a ser maior. Mas sua verdadeira lição vem ao visitar seus parentes encarnados. Descobre que o ‘inferno’, que nunca existiu, está mesmo é dentro da gente. Junto a nossos sentimentos mais obscuros e tristes. Doma suas emoções e aprende mais sobre o amor. Se entrega aos novos fatos da verdadeira vida e assim consegue colaborar ainda mais, como o final deixa a entender.

Quem sabe não teremos mais filmes com o personagem, além de Nosso Lar.



Não deixem de ir ao cinema assistir, realmente vale a pena !!!!!



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